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Religião e trabalho
Apesar de a religião não exercer mais tanta influência na população quanto costumava alguns séculos atrás, ela ainda é algo muito presente na vida de todos. São eles cristãos, budistas, islamitas, espíritas ou de tantas outras crenças. Com toda essa variedade de fés e maneiras de crer, não é difícil presenciar momentos em que a religião esteja presente. Apesar disso tudo, não pretendo falar ou fazer apologia a qualquer religião. Tenho as minhas convicções, que prefiro guardar para mim mesmo, mas gostaria de falar no cuidado que os profissionais devem ter ao relacionar ou deixar a religião interferir no âmbito profissional.
Todos sabem que, atualmente, a variedade religiosa é grande. Mas, por questões de boa convivência da sociedade moderna, o desenvolvimento de conceitos de equidade, respeito e tolerância tornou o convívio com diferentes opiniões algo pacífico. Salvos os locais de adoração, na maioria das vezes as pessoas exercitam suas convicções em silêncio, mas convivemos com a religião em casa, com os amigos e, também, no ambiente de trabalho. Quantos de nós já não pedimos a um Deus ou divindade um emprego, uma promoção, uma troca de chefe ou setor? Porém, no trabalho, o ato de manifestar a crença pode gerar efeitos negativos na imagem do profissional.
Apesar de a religião não exercer mais tanta influência na população quanto costumava alguns séculos atrás, ela ainda é algo muito presente na vida de todos. São eles cristãos, budistas, islamitas, espíritas ou de tantas outras crenças. Com toda essa variedade de fés e maneiras de crer, não é difícil presenciar momentos em que a religião esteja presente. Apesar disso tudo, não pretendo falar ou fazer apologia a qualquer religião. Tenho as minhas convicções, que prefiro guardar para mim mesmo, mas gostaria de falar no cuidado que os profissionais devem ter ao relacionar ou deixar a religião interferir no âmbito profissional.
Todos sabem que, atualmente, a variedade religiosa é grande. Mas, por questões de boa convivência da sociedade moderna, o desenvolvimento de conceitos de equidade, respeito e tolerância tornou o convívio com diferentes opiniões algo pacífico. Salvos os locais de adoração, na maioria das vezes as pessoas exercitam suas convicções em silêncio, mas convivemos com a religião em casa, com os amigos e, também, no ambiente de trabalho. Quantos de nós já não pedimos a um Deus ou divindade um emprego, uma promoção, uma troca de chefe ou setor? Porém, no trabalho, o ato de manifestar a crença pode gerar efeitos negativos na imagem do profissional.
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Por Bernt Entschev O artigo foi originalmente publicado no Caderno Classificados, da Gazeta do Povo. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.
Bom fim que levou ao fim
Nunca foi novidade que o Brasil é um país rico em cultura e miscigenação. Desde a época da colonização, povos indígenas, europeus, afrodescendentes e latinos se misturaram, dando origem à diversidade de crenças religiosas que vemos hoje no nosso país.
Durante anos, o brasileiro foi aprendendo a viver com essas diferenças e respeitando a opinião e religião alheia. Quanto mais desenvolvido o país, teoricamente, mais tolerante a sociedade foi se tornando. Em partes, isso é verdade. Se compararmos com algumas décadas atrás, as pessoas ainda eram muito conservadoras e os desentendimentos por crenças religiosas eram mais frequentes.
Atualmente a situação está bastante diferente. Entretanto, quando o assunto é religião, sempre escapa alguma gafe, ofendendo alguém. Essa questão se torna ainda mais delicada quando o assunto é trabalho. Misturar religião e trabalho é tão polêmico quanto discutir política e futebol. O cuidado deve ser redobrado para que não atrapalhe o desempenho profissional e não crie problemas de relacionamento entre a equipe.
Esse assunto faz-me lembrar de uma história que aconteceu décadas atrás e que, até hoje, serve de exemplo para religiosos e ateus.
Tiago, com apenas trinta e poucos anos de idade, foi contratado por uma grande empresa alimentícia para um cargo de gerência. Era formado em Engenharia de Produção e tinha o perfil profissional perfeito para a posição. Ele fora “escolhido a dedo” por um headhunter devido às suas excelentes competências técnicas e currículo impressionante. Em poucos meses, Tiago tinha se tornado a estrela da empresa. Ele era pontual, extremamente carismático e competente. Todos o admiravam e o elogiavam pelo crescimento que a empresa tinha conquistado depois que foi contratado.
Até então, estava tudo bem. De fato, estava tudo ótimo. O futuro se mostrava brilhante para o jovem profissional. Entretanto, após quase meio ano na empresa, Tiago começou a chegar ao trabalho com a barba mal feita e cabelo despenteado. A situação foi piorando ao decorrer dos dias: a barba e o cabelo cresciam desordenadamente e ficavam cada dia mais sebosos e menos higiênicos. Quando a situação se tornou constrangedora, seu superior o chamou para conversar e entender o que acontecia. Tiago havia feito uma promessa ao Senhor do Bonfim, logo, não podia cortar o cabelo ou fazer a barba. Como se isso não bastasse, disse que iria até o fim com ela.
Perplexo e desnorteado, o chefe de Tiago recorreu ao diretor da empresa para saber como lidar com aquela situação tão peculiar. O diretor lhe deu instruções bem claras: “se Tiago não cortar o cabelo ou se barbear em no máximo uma semana, deve ser demitido”. Como a empresa em que trabalhava era do setor de alimentos, cabelos e barbas a fazer eram absolutamente proibidos. Tiago recebeu o aviso. Uma semana depois suas madeixas permaneciam intactas, e a promessa não fora quebrada – pelo menos a dele. Seu chefe o demitira.
É claro que a história de Tiago é um caso extremo, porém evidencia bem o que pretendo dizer com sobre religião e trabalho: são coisas que não devem se misturar. Pelo menos não em um nível tão alto como o dessa história que acabei de contar. Não quero desrespeitar a fé de ninguém, porém é possível e muito comum acabar com uma carreira de sucesso por ofender algum colega religiosamente, não cumprir com as normas da empresa por uma questão de fé ou mesmo por cometer excessos – como no caso da história de hoje.
No artigo de terça-feira falarei mais sobre religiosidade no trabalho e como agir diante de um assunto tão delicado. Até lá!
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Por Bernt Entschev O artigo foi originalmente publicado no Caderno Classificados, da Gazeta do Povo. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.
Aposentar-se: puxando o freio de mão, ou não
Esses tempos eu estava preso em um congestionamento, quando comecei a pensar sobre assuntos aleatórios. A aposentadoria foi um desses assuntos. Comecei a lembrar de tantos colegas meus, e como alguns continuam trabalhando, mesmo depois de aposentados, e outros não. Lembrei também de outros tantos profissionais que atendo na minha empresa e que vêm com dúvidas sobre “o dia em que sua contribuição ao governo acabará” e eles estarão, então, aposentados.
É simplesmente engraçado como muitas pessoas não planejam, ou mesmo não gostam de pensar no dia em que não trabalharão mais, e viverão das suas contribuições ou das aplicações que fizeram durante a vida. Hoje contarei duas histórias que ilustram isso, mas lembro, antes de tudo, que não há certo nem errado. Só há o caminho que cada um acredita ser o mais importante. Vamos lá.
Fábio, protagonista da primeira história, trabalhou a vida toda como comerciante. Sempre valorizou o trabalho e preocupava-se muito com a família e com o tempo de lazer. Um homem que sabia valorizar os prazeres simples que a vida proporciona. O começo de sua carreira foi um pouco frustrada. Sempre muito curioso, ele tentou ser professor de Física, mas acabou não gostando da experiência e decidiu tornar-se um comerciante.
Abriu seu armazém em um bairro ainda em crescimento e tinha uma clientela bastante fiel ao seu comércio. Responsável por dirigir e cuidar de todo o negócio, trabalhou arduamente até os 67 anos. Aposentou-se. Colocou o mercado à venda e fez questão de que o novo dono fosse trabalhador como ele, para que o bairro continuasse com a já tradicional loja de conveniências. Apesar de não receber mensalmente a mesma quantia que conseguia com o comércio, decidiu nunca mais trabalhar. Estava satisfeito com aquilo. Atualmente ele tem 92 anos, está lúcido e saudável como sempre e aproveita muito a família, seus netos, bisnetos e é adepto da filosofia de que “já trabalhei tudo o que tinha para trabalhar. Agora vou é aproveitar”.
No segundo caso, outro grande amigo meu, chamado Marcus, trabalhou a vida toda em uma grande indústria de sapatos e calçados. Começou como vendedor na empresa e era o responsável por apresentar os produtos a pequenas lojas, conseguindo assim aumentar os pontos de venda em que a marca era comercializada. Com o tempo, o rapaz começou a ser promovido na empresa, até que, aos 60 anos, idade em que se aposentaria, era membro do quadro societário da empresa, além de ter sido homenageado funcionário honorário pela presidência.
Marcos adquiriu, com o tempo, conhecimentos incríveis sobre o setor em que trabalhara a vida toda. Conhecia como ninguém o setor de calçados, sabia todas as estratégias de sucesso e fracasso da empresa dos últimos 30 anos. De fato, alguém que contribuiu muito para o crescimento da empresa. Contanto, aposentou-se. Saiu da empresa e aproveitou por dois anos a aposentadoria. Viajou e dedicou-se como nunca à família.
Porém, após este breve período de ócio, começou a sentir-se inútil. Ele queria voltar ao trabalho. Realmente amava fazer aquilo, e sentia-se bem e útil quando ajudava aos outros e colaborava com pessoas ou mesmo com a empresa. A própria família achou estranho o fato de ele ter escolhido voltar ao batente dois anos após ter se aposentado. Mas, segundo ele mesmo disse “o trabalho é minha vida, meu prazer, e o farei até quando minha saúde permitir”. Apesar de aposentado, voltou a trabalhar. Como membro honorário da empresa, e também pela idade em que já possui, acordou com a empresa termos que o permitiam pegar um pouco mais leve no trabalho – e continuou fazendo aquilo que mais lhe dava prazer na vida.
Na terça-feira falarei mais sobre a aposentadoria e tudo o que envolve este ponto final (ou não) da carreira de todos nós. Abraços e até lá!
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Por Bernt Entschev
O artigo foi originalmente publicado no Caderno Classificados, da Gazeta do Povo. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.
Apaixonando-se pelo subordinado
Antes de arriscar tudo e colocar sua reputação profissional em jogo, é bom pensar se o relacionamento é evitável e se ele valerá a pena
Apaixonar-se. Tão inevitável quanto dormir, comer e outras coisas mais que precisamos fazer. Mas, e se de repente, você se apaixonasse por um funcionário(a)/chefe seu? Como resolver isso e lidar com a situação?
Começo dizendo que sou totalmente a favor do amor. De ter alguém para compartilhar coisas especiais e suprir as necessidades afetivas que o humano tem. Sugiro, porém, que o melhor lugar para procurar o par perfeito é longe do trabalho. Antes de arriscar tudo e colocar sua reputação profissional em jogo, é bom pensar se o relacionamento é evitável e se ele valerá a pena. Afinal de contas, querendo ou não, no meio profissional muitas vezes há negócios e dinheiro em jogo, além de brigas por poder. Se não houver como afetá-lo e você for definitivamente flechado pelo Cupido….bem, vamos lá.
A primeira e mais importante regra a partir de agora entre o par nesse relacionamento é: não deixar que o envolvimento interfira nas decisões. Na relação chefe x subordinado, há muitos casos em que o superior beneficia ou protege o outro, colocando totalmente de lado a distinção profissional da pessoal. Por exemplo, se surge a oportunidade de uma promoção no setor, esta escolha deve ser tomada com base nos méritos, capacidades e competências daqueles que integram o time, nunca pela afinidade ou outro fator qualquer. Mesmo porque, praticamente todos sabem, o amor, assim como álcool, é capaz de tornar as pessoas não muito inteligentes em certos momentos.
Há outro ponto muito importante a ser colocado também. O começo dos relacionamentos é sempre muito lindo. O tempo de descobertas fascina ambos e a euforia toma conta dos corações arrebatados. Porém, com o tempo, defeitos, desavenças e brigas começam a aparecer, frequentemente ou não. E, nessa situação, ter que se sujeitar a obedecer ordens do outro, ou mesmo ordenar determinadas coisas para a pessoa que é seu subordinado/chefe direto pode ser péssimo.
Para piorar a situação, há pessoas que têm um comportamento extremamente vingativo quando este tipo de fato acomete-as. Também há aqueles que gostam de “infernizar” a vida do outro, aqueles que não sabem lidar com a rejeição e por aí vai. O outro atenuante, que pode deixar tudo muito pior quando o casal está em crise, é a necessidade de passar no mínimo oito horas por dia sob o mesmo teto sem que isso interfira no desempenho profissional nem incomode os colegas. A relação, que deveria envolver tão e somente o profissionalismo naquele ambiente, passa a comprometer a credibilidade profissional de ambos então.
Nessas situações, onde fica a responsabilidade profissional? E a imparcialidade decisória, que deve ser separada de qualquer relação emocional? Agora acredito que todos entendam melhor quando eu disse “se for evitável, evite”.
Por essas e outras, sugiro: pense muito, acorde e durma pensando se o envolvimento emocional com o funcionário ou chefe valerá realmente a pena ou não. Se tiver a certeza de que o sentimento é verdadeiro, e as intenções boas, vá fundo, mas com a consciência de que percalços e pedras no meio do caminho podem comprometer sua reputação profissional de alguma forma.
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Por Bernt Entschev
O artigo foi originalmente publicado no Blog Vida Executiva, da Revista Amanhã. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.
Punir e castigar no trabalho
Se um funcionário seu errasse, você diria na frente de toda a equipe ou discutiria o problema a sós com o culpado?
Se um funcionário seu errasse, que atitude você tomaria: a) diria na frente de toda a equipe que ele errou, mostraria como se resolve o problema e não iria incluí-lo nas próximas atividades, ou; b) discutiria o problema a sós com o culpado, diria à equipe que simplesmente “um erro foi cometido por alguém da equipe”, alertando o restante da equipe para não cometê-lo novamente, além de dar novas chances ao funcionário que errou. Esta situação hipotética já deixa bastante claro qual deve ser o comportamento dos líderes frente à equipe, mas ainda vejo, e lamento, alguns chefes, e até mesmo empresas, incluírem em sua política de conduta ações bastante inadequadas como plano de resolução de erros.
Punir e castigar são coisas que lembram minha infância, naquela época de palmatórias e o tal chapéu de burro, medidas não muito didáticas (para os tempos atuais) para as crianças aprenderem a maneira correta de agir e fazer seus deveres. Infelizmente, há empresas que “modernizaram” este tipo de punição e agora aplicam nos funcionários. Humilhação pública, obrigar a fazer tarefas pesadas, vestir ou deixar na mesa acessórios ridículos, obrigar a realizar tarefas que nada tem a ver com o cargo, e por aí vai.
As relações entre erro/acerto e punição/recompensa sempre foram muito delicadas acerca das maneiras mais eficientes de prevenir e remediar os enganos e erros do ser humano. Os casos de humilhação, como citados acima, já estão praticamente extintos, uma vez que as pessoas estão muito mais cientes dos direitos e deveres trabalhistas. O que falta agora é as próprias empresas terem políticas e normas muito claras de como lidar com essas situações, conscientizando e educando funcionários e líderes, preparando-os para que quando algo acontecer, o abuso não seja cometido por nenhuma das partes.
Além disso, se por um lado o líder deve preservar a identidade de uma pessoa quando acontece um problema (que não seja muito grave), por outro deve saber reconhecer o bom desempenho de uma ou mais pessoas em relação a um trabalho bem executado. Isto é saber valorizar e motivar a equipe a continuar com o bom trabalho, além de saber respeitar a individualidade e a moral daqueles que, cedo ou tarde, estão sujeitos ao erro.
Lembro que qualquer tipo de destrato a uma pessoa ou profissional pode colocar muito facilmente a empresa, ou o maltratante, em risco de um processo por ofensa ou danos morais. Todo e qualquer problema deve ser resolvido de maneira profissional, tentando retirar ao máximo qualquer carga emocional e pessoal no processo.
Porém, como as pessoas dizem, “nem tudo também são flores”, e existem as pessoas-problema. Caso veja algum colega que tome atitudes erradas como roubo, fraude, desvio de verba ou materiais, qualquer tipo de trapaça, mentira ou enganação, ou mesmo saiba da existência de tais irregularidades, estas são atitudes que merecem, sim, uma repreensão rígida.
Reportar atitudes antiéticas, antiprofissionais e ilegais não é ser dedo duro, muito menos puxa saco, mas sim estar consciente de que tais atos podem colocar a empresa em uma situação vexatória muito maior diante de clientes e fornecedores. Além do fato de que pessoas assim simplesmente não têm a honra necessária para fazer parte de um quadro de funcionários que foram escolhidos a dedo.
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Por Bernt Entschev
O artigo foi originalmente publicado no Blog Vida Executiva, da Revista Amanhã. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.
Insatisfeito com seu trabalho?
Antes de fazer qualquer coisa e resolver jogar tudo ao alto, é preciso analisar uma série de fatores
O assunto de hoje pode deixar alguns profissionais bastante incomodados, mas às vezes é necessário cutucar nestas “feridas” pelo bem do próprio profissional – tanto na carreira quanto na saúde. Logo explico, perguntando: você está satisfeito com seu atual emprego? Em caso de um “positivo”, fico muito feliz por você. Porém, se a resposta foi um “negativo”, desafio para uma boa reflexão.
Antes de entrar direto no assunto, compartilho: muitos profissionais insatisfeitos nada fazem para mudar sua situação, e isto é um problema. Inegavelmente, cada situação requer uma atitude, mas existem, sim, uma série de caminhos e saídas para cada problema. Falarei de algumas dessas, mas nada de ir direto para o RH pedir sua demissão – pois nem todas as dicas se aplicam a todas as situações, a reflexão bem ponderada é necessária.
Primeiramente, a insatisfação provavelmente vem de algum lugar/pessoa/situação/condição. Por isso, analise o quê exatamente lhe causa descontentamento. As possibilidades são quase infinitas: um chefe ou colega ineficaz, clima organizacional ruim, falta de desafios, estagnação na carreira, aspirações maiores do que a empresa pode oferecer, salário inadequado para a função que você exerce etc.
Com base nesta reflexão, determine se a origem do problema vem por intermédio de situações que a empresa determina/proporciona, ou se você mesmo é o criador destes descontentamentos. Saber isso já resolve mais da metade dos problemas, principalmente quando se descobre que você é o causador deles, é como ter a faca e o queijo nas mãos. Mas, se o problema vem de terceiros (colegas, empresa), pode, sim, ser um pouco mais difícil de solucionar.
Com o problema encontrado, vem um novo questionamento: é possível resolvê-lo? O profissional deve entender que tudo que está além de seu controle ou deve ser aceito ou ser evitado (caso não possa ser resolvido de alguma maneira). Aceitar é como “aprender a conviver com isto”, ou simplesmente esquecer o fato. Mas, se o caso é evitar que o fato continue acontecendo com você, há várias maneiras de colocar um ponto final nisso, e a demissão é uma dessas maneiras.
Mas, antes de fazer qualquer coisa e resolver jogar tudo ao alto, é preciso analisar uma série de outros fatores. Como anda sua network? Ela deve ser “cultivada” e mantida ativa sempre, não somente na hora do desligamento. Por isso, antes de tomar qualquer atitude, reative-a.
Além disso, é preciso analisar sua empregabilidade. Você está dentro das expectativas do mercado quanto à qualificação? Se a sua empresa oferece subsídios para estudos, não há porque não utilizar destes recursos, é importante valorizar as empresas que apostam na qualificação constante de seus funcionários. Afinal de contas, não é a empresa a responsável pelo futuro da carreira do profissional, mas somente ele.
Ser reclamão, conformado, preguiçoso, imóvel ou um criador de problemas são outras atitudes fáceis para o profissional criar, incorporar e ser, evite isso. Agora, se acabar entrando em outro emprego que não lhe satisfaça, não se frustre. O emprego ideal para você pode não ser o próximo.
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Por Bernt Entschev
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Colabore
Pode parecer óbvio para uns, mas acreditem, um dos maiores problemas que líderes de empresas de diversos segmentos tentam resolver diariamente é o relacionamento entre os membros de suas equipes. Por mais que isso seja pregado e propagado por revistas sobre empregabilidade e matérias sobre comportamento corporativo, ainda há muitos colaboradores que não entendem a importância de um bom relacionamento interpessoal e, principalmente, do fundamental espírito colaborativo que deveria permear as relações profissionais.
Sinto informar, porém, que esse papel é primordialmente da empresa. É ela (a empresa) quem deve direcionar seus colaboradores sobre esse comportamento, através de valores bem definidos e seguidos pelos próprios gestores da empresa. Afinal, de nada adianta ter a missão, visão e valores penduradas em belos quadros nas paredes de um escritório se o que está escrito lá é desconhecido, e pior, não é seguido por seus colaboradores. Um líder deve incentivar que seus colaboradores desempenhem seus talentos únicos em cada projeto da empresa, orientando-os a sugerir inovações constantemente, pois quando um colaborador se sente ajudando ele tende a ajudar cada vez mais.
Mas a continuidade desse espírito colaborativo só é possível se o líder tiver alguns respaldos. Um deles, por exemplo, é a comunicação fluida inter e intrassetores. As áreas de uma empresa trabalham juntas com o objetivo de atender bem seus clientes e não, ao contrário do que algumas pessoas pensam por aí, para competir entre si. Quando um problema surge, por exemplo, é ignorância perder tempo apontando culpados, quando, na verdade deveria haver um esforço comum em resolver tal problema. Quando a comunicação é bem tratada por todos, a chance de problemas ocorrerem é bem menor do que quando as áreas da empresa não se conversam.
Aliás, outro respaldo que praticamente provém da boa comunicação é a cooperação e suporte. Por exemplo, se a área comercial sabe que a área de finanças está com problemas com clientes inadimplentes, ela pode, de alguma maneira, ajudar a resolver o problema, seja numa melhor explanação no ato da venda, seja entrando em contato com o próprio cliente. A maneira, enfim, não cabe aqui, o que importa é a ideia de que todas as áreas de uma empresa devem trabalhar interligadas, atendendo às necessidades da empresa e não suas próprias necessidades.
O líder, por sua vez, precisa conceder autonomia a seus funcionários, para que ele se sinta seguro em colocar ideias que possam ajudar seus colegas, pois muitos se sentem tolhidos ao imaginarem que ajudando outra área, deixarão de produzir em favor dos próprios resultados. A ideia não é essa! Afinal, qual é o maior propósito dos profissionais de uma empresa? Trazer resultados positivos para a companhia. Se para isso for preciso que numa situação atípica a área de Marketing possa ajudar a resolver problemas da área Operacional ou vice-versa, é isso que deverá ser feito. O importante é o resultado final.
É muito fácil, aliás, reconhecer um profissional com esse espírito colaborativo, pois eles tem foco no resultado da empresa. Entendem que precisam dar de si 100% ou mais para alcançar resultados positivos. São pessoas que, normalmente, compreendem a organização como um todo (visão sistêmica) e se envolvem constantemente nas decisões, já que participam efetivamente em reuniões e discussões importantes da companhia.
Porém, para trabalhar em equipe de forma assertiva é fundamental saber lidar com distintas culturas organizacionais, respeitando as diferenças pessoais e mantendo sempre uma postura profissional. Outra questão indispensável é saber liderar, mas também saber ser liderado, pois praticamente todos nós, em algum momento, exercemos um papel e o outro também. O bom relacionamento ajuda nesse caso, mas não resolve o problema por inteiro. Saber receber e dar feedbacks também entra para essa lista, já que isso faz parte das relações profissionais.
Trabalhar em equipe não é um tormento como algumas pessoas, infelizmente, pensam. Essas, normalmente, batem no peito e dizem: “Se eu quero bem feito, faço eu mesmo!” Uma pessoa que sabe trabalhar em equipe, pensa diferente. Ela diz: “duas cabeças pensam melhor que uma. Vamos fazer juntos?”
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Teste
Será que há algo de errado na sua empresa alterando o clima organizacional e incentivando a competitividade não saudável entre os colaboradores? Façamos o teste:
1) Dentro da equipe:
a) Todos são focados em seus trabalhos, mas nunca negam ajuda a um colega em necessidade.
b) Há uma ou mais pessoas em específico que atiçam os colegas, incitando a competitividade irracional e o individualismo na empresa.
2) A pessoa que está na gestão da(s) equipe(s):
a) Compreende todas as áreas e suas respectivas necessidades e trata todas as equipes de maneira igualitária.
b) Pensa somente no crescimento de si mesmo ou de uma equipe em específico.
3) Os funcionários:
a) Têm autonomia para colocar ideias em prática, principalmente as que ajudam os colegas.
b) Costumam deixar as descobertas e novas ideias para si. O que importa é o desempenho individual.
4) Missão, visão e valores:
a) Funcionam de verdade. São constantemente reforçados aos colaboradores e devem ser incorporados pelas pessoas e equipes.
b) Funcionam somente na teoria. Dizem respeito a algo que nem empresa, nem funcionários praticam.
5) O relacionamento entre os membros da equipe:
a) É cooperativo. Todos procuram atingir um objetivo em comum, que foi traçado com sabedoria pelo gestor.
b) É competitivo. Os objetivos individuais e da equipe não deixam claro o quê é mais importante. Todos se digladiam para ver quem faz mais, melhor ou mais rápido.
6) A empresa se preocupa com a Comunicação entre os setores, colocando canais de comunicação interna, propõe reuniões diárias ou semanais envolvendo equipes e gestores para ver quem tem sugestões, ideias e troca de favores e ajuda.
a) Reconhece que a importância da fluidez da informação e eficiência das equipes está apoiada na Informação e Comunicação.
b) Não se preocupa com nada disso. É tudo supérfluo e perda de tempo. É preciso vender, e muito.
7) As metas estabelecidas pela empresa:
a) São principalmente estabelecidos para a equipe. Dessa forma, todos pensam em atingir o mesmo objetivo da melhor maneira possível.
b) Tornam o clima entre funcionários tenso, para que cada um pense somente na individualidade para conseguir os resultados.
8 ) Quando alguém erra:
a) Apresentam o erro a toda equipe, para que ninguém mais o cometa. Após isso, o time decide a melhor maneira de repará-lo.
b) Apontam o erro e o culpado, diminuindo a moral e confiança do mesmo, hostilizando a equipe contra ele. Busca-se culpar a pessoa pelo erro ao invés de apontar soluções e prevenções a novos problemas.
Não é somente o líder, ou a empresa e suas normas, ou as próprias pessoas que atrapalham a riqueza da coletividade no trabalho, mas uma combinação desses fatores. Se algumas alternativas “B” foram marcadas, é sinal de que algo pode estar interferindo na moral dos funcionários e clima da empresa. Trabalhe na união do grupo. Afinal, apesar de ser clichê, é ela que faz a força.
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Por Bernt Entschev
O artigo foi originalmente publicado no Caderno Classificados, da Gazeta do Povo. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.
O papel do líder na convivência corporativa
Parece batido esse assunto, pois todos falamos em trabalho em equipe. Mas, se pararmos para pensar friamente, perceberemos que temos muitos pontos a melhorar no que diz respeito a cooperação.
Renata era uma dessas gestoras que, infelizmente, tinha uma visão bastante deturpada do que era trabalho em equipe. Ela se considerava exemplo junto a sua equipe e acreditava piamente que, como líder, unia seus colaboradores da melhor maneira que conseguia.
Até que um dia, deparou-se com um problema “daqueles”: dois de seus quinze funcionários travaram uma briga descomunal nos corredores da empresa. Os dois entraram numa discussão ferrenha, com trocas de insultos, palavras de baixo calão e uma quase agressão física. Renata, desesperada com o que acontecia, preocupou-se em apartar a briga e assim que a poeira baixou chamou os dois numa sala para tentar entender o que havia acontecido.
Janaína e Roberto trabalhavam com Renata desde que ela entrara na empresa. Sempre respeitaram a forma de liderar da chefe, mesmo avistando uma série de erros que a moça cometia. Ao serem questionados sobre o motivo da discussão, porém, Renata foi acometida por uma surpreendente revelação. Ambos os funcionários se colocaram a criticar a chefe, culpando-a por cada motivo de insatisfação que os levara a se agredir verbalmente com tamanha intensidade.
Dentre os problemas apontados, Renata sentiu-se extremamente culpada ao perceber que algumas das acusações faziam realmente muito sentido. Janaína disse que Renata, mesmo sendo sempre muito querida, costumava instigar uma competitividade não saudável entre seus funcionários. A moça reclamou que sua chefe expunha os problemas dos colaboradores, deixando-os constrangidos sempre que eram comparados uns aos outros em relação aos resultados que apresentava.
Roberto, por sua vez, explicou que não gostava quando Renata o chamava para reuniões privadas, onde, ao invés de focar nos resultados da equipe, apontava oportunidades individuais, como se um fosse responsável pelo insucesso do outro, e não o contrário.
Renata ouviu tudo pacientemente e, mesmo entendendo que boa parte das reclamações dos funcionários fazia sentido, entristeceu-se em imaginar o quão mal havia feito a pessoas que ela realmente gostava muito. A moça, porém, tomou uma atitude que considerei muito madura de sua parte. Assumiu a responsabilidade de mudar aquele cenário e corrigir essas falhas a tempo de impedir que o clima de rivalidade tomasse conta dos demais colaboradores que com ela trabalhavam.
A jovem passou o fim de semana refletindo sobre os problemas que ela havia causado com seu comportamento instigante. Decidiu tomar algumas atitudes emergenciais, pois entendeu que como líder seu principal papel era inspirar seus colaboradores a trabalharem unidos, todos juntos por um único objetivo: os resultados da empresa.
Ao voltar na segunda-feira, Renata convocou a todos para uma reunião onde explanou o reconhecimento de seus problemas e se comprometeu a mudar seu comportamento para que, juntos, pudessem reverter aquele clima ruim pelo qual sua área passava.
É claro que as coisas não mudaram da noite para o dia. Porém, a moça conseguiu, em pouquíssimo tempo, mudar a sua forma de agir diante de seus funcionários e, principalmente, a forma de reagir de seus colaboradores, afinal, toda ação gera reação, e se ação for positiva, a reação automaticamente também será positiva.
Não faz muito tempo, é verdade, mas os colaboradores de Renata passaram a se ajudar ao invés de disputar entre si, pois enfim entenderam que seus trabalhos eram complementares e que quanto mais se ajudassem, melhores resultados alcançariam, o que seria positivo para todos eles e, principalmente, para os resultados da empresa. Como líder, Renata nunca mais instigou as disputas, pelo contrário, passou a incentivar o apoio mútuo e a vontade de todos crescerem juntos.
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Por Bernt Entschev
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Trabalho voluntário
Todos já conhecem os benefícios pessoais que isto traz. Mas que tipo de vantagem profissional este tipo de atitude proporciona?
Muitos falam sobre a importância de participar de programas voluntários para “turbinar” o currículo. Mas, até que ponto isso é ético e realmente vai colocar o candidato em uma posição diferenciada dos outros?
Colocar este tipo de atividade como um “diferencial” dá a impressão de que é mais importante mostrar para o mundo quanta “consciência social” você tem em vez de realmente se preocupar com a causa. Quem quer ajudar, simplesmente ajuda, ou você acha que todos os milionários envolvidos em filantropia mandam um release para a imprensa divulgando a quantia que estão doando “em prol dos necessitados”? Para mim, este tipo de atividade não deve fazer parte do currículo – este deve conter apenas seus objetivos e habilidades profissionais. Entretanto, o tema pode ser abordado com tranquilidade quando o entrevistador perguntar se há alguma atividade extracurricular desenvolvida pela pessoa.
Todos já conhecem os benefícios pessoais que este tipo de trabalho dá. A sensação de satisfação ao ajudar os outros é algo sem preço, realmente. Mas, que tipo de benefício profissional este tipo de atitude proporciona?
Um aspecto comum de ONGs e entidades que sobrevivem da doação e apoio de empresas e outros é a escassez de voluntários e recursos. Isso, por si só, faz com que, em qualquer área ou setor que a empresa esteja envolvida, as pessoas ganhem flexibilidade e resiliência, aspectos memoráveis em profissionais.
Exemplificando: um psicólogo que se veja preocupado em divulgar o novo trabalho ou campanha da entidade desenvolverá habilidades em outras áreas as quais ele não é especializado. Um profissional da Área de TI poderia simplesmente utilizar seus conhecimentos em alguma instituição de Inclusão Digital, mas ele pode aprimorar suas habilidades em comunicação, negociação e vendas ao tentar angariar fundos e arrecadar equipamentos usados para beneficiar esta mesma entidade.
Estes institutos, acostumados a enfrentar obstáculos como a limitação de recursos tecnológicos e financeiros, precisam se superar com alternativas criativas para atingir seus objetivos. E o trabalho de executivos pode ajudar a fazê-los enxergar e entender que existe vida além de suas empresas, além de aceitar melhor estas causas.
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Por Bernt Entschev
O artigo foi originalmente publicado no Blog Vida Executiva, da Revista Amanhã. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.
Pouco tempo ou muito trabalho?
Seja o subordinado, seja o chefe, o colega ou você mesmo, ficar todos os dias, por horas e mais horas no serviço é sinal de que, sim, há algo errado aí
Todo mundo já ficou “preso” no escritório até altas horas. É normal vez ou outra precisar atender a um chamado urgente da empresa ou uma tarefa inesperada. Mas, e se essa situação vira recorrente e o profissional começa a ficar todos os dias até tarde no escritório? Se isso está acontecendo com frequência, há um bom motivo para começar a se preocupar.
Seja o subordinado, seja o chefe, o colega ou você mesmo, ficar todos os dias, por horas e mais horas no serviço é sinal de que, sim, há algo errado aí. A principal suspeita que levanto, e que ocorre com a maioria das pessoas que se encontram nesse caso, é falta de organização do tempo. Mas há várias atitudes simples que certamente evitam momentos de ócio e tarefas desnecessárias e contribuem para que o dia seja mais produtivo.
Antes de qualquer coisa, é bom lembrar que tudo, sobretudo no trabalho, requer planejamento e disciplina. Um dos principais motivos que fazem os profissionais virarem noites sozinhos no escritório é o acúmulo de tarefas. Sempre tem aquele que simplesmente não sabe dizer “não” para um pedido – mesmo que a tarefa não tenha a menor ligação com a função da pessoa.
Quando isso acontecer, pense nas seguintes questões: é apenas um favor? Dá para recusar? Se você fizer, vai atrapalhar o andamento de suas outras funções? Se você achar que “sim”, esta tarefa atrapalhará o resto do seu planejamento de tarefas, é melhor utilizar sua polidez e recusar com elegância a proposta. Há inúmeras formas de negar um pedido, não há porque ser grosso ou seco.
Segundo ponto: priorização de atividades. Eu sempre separei-as em três “classes”. Há as urgentes, que devem ser feitas o quanto antes e não podem esperar; as importantes, que devem ser feitas naquele dia, e também não podem esperar; e as demais, que também são importantes, mas não há problema em serem executadas no dia seguinte.
Outro grande devorador de tempo são as reuniões. Alguns profissionais não entendem que elas devem ser objetivas, ter tempo para começar e terminar, devem ter os assuntos a serem tratados já predeterminados e devem tratar de temas importantes. Os assuntos periféricos, e por isso têm esse nome, podem ser tratados com mais calma.
Por fim, o trabalho toma grande parte de nosso dia, e nada mais justo do que no tempo de sobra fazermos tarefas que nos deem prazer. Pode ser aulas de dança, luta, academia, estudos, encontros com amigos, vale qualquer atividade. Só o fato de haver outros compromissos após o expediente já o obrigarão a se programar para que não os falte, mesmo porque na maioria das vezes são coisas que você investe dinheiro e porque lhe dão prazer – são dois ótimos motivos para não faltar. Além de tudo, atividades assim ajudam a equilibrar a vida pessoal e profissional, aliviar a tensão do trabalho e fazem um bem danado à saúde.
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Por Bernt Entschev
O artigo foi originalmente publicado no Blog Vida Executiva, da Revista Amanhã. Clique aqui ou na imagem abaixo para acessar o local original de publicação.










